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Uber entra no mercado de ônibus fretados após deixar de entregar comida no Brasil

Uber entra no mercado de ônibus fretados após deixar de entregar comida no Brasil

Imagens mostram como vão operar os ‘carros elétricos’ que podem tomar os céus do Brasil a partir de 2025 O eVTOL demandará uma infraestrutura bem mais simples que a necessária para os aviões nos aeroportos. A decolagem é vertical, como helicópteros e drones, dispensando longas pistas. Com a vantagem de o motor elétrico ser bem mais silencioso que o dos helicópteros, que ganharão forte concorrente Foto: Divulgação / Reprodução Simulação de voo do modelo de eVTOL da alemã Lilium, que a Azul quer trazer ao Brasil a partir de 2025 para trajetos curtos, como Rio-Búzios ou São Paulo-Guarujá Foto: Reprodução / Divulgação Azul firmou parceria com a alemã Lilium para trazer ao país 220 carros voadores a partir de 2025. Os modelos elétricos têm autonomia de 200 quilômetros entre uma recarga e outra Foto: Divulgação A start-up alemã Lilium desenvolve o carro elétrico que a Azul quer trazer para o país: fabricante tem um dos cerca de 140 projetos do gênero em desenvolvimento no mundo Foto: Reprodução / Divulgação A Azul avalia que esse tipo de aeronave elétrica terá um custo baixo para os passageiros, ampliando o acesso a voos curtos a quem hoje não pode pagar por uma viagem de helicóptero Foto: Divulgação Pular PUBLICIDADE O interior do Lilium parece confortável e parece uma mistura de avião com automóvel: cabem seis passageiros e um piloto. E há ainda um compartimento para bagagens a bordo Foto: Reprodução / Divulgação Azul aposta nesse tipo de veículo voador para abrir um novo nicho de mercado. O desafio será certificar o novo modal e garantir a segurança dos passageiros. Foto: Divulgação Simulação de embarque no Lilium, veículo voador elétrico que tem capacidade para seis passageiros e um piloto. Decolagem é vertical, como os helicópteros. Azul quer operá-los no Brasil a partir de 2025 para voos curtos, como entre São Paulo e Guarujá ou Rio e Paraty. Foto: Reprodução/Divulgação Carro voador da Lilium tem autonomia de 200 quilômetros, a maior entre os concorrentes. Será ideal para substituir viagens de carro de curta distância. Um carioca poderá chegar a Búzios em minutos, por exemplo, para um fim de semana no balneário. Nada mal sobrevoar os engarrafamentos enquanto os motoristas padecem lá embaixo. Foto: Divulgação / Reprodução Ainda em fase de testes, o eVTOL da Lilium tem um desafio para a frente: a certificação para poder voar comercialmente. Por isso a aliança com uma companhia aérea como a Azul faz sentido agora: a experiência de quem já sabe certificar aviões pode ajudar a enfrentar uma regulação num modal de transporte totalmente novo Foto: Divulgação/Reprodução No caso da Toyota, há duas linhas exclusivas disponíveis, com trajeto e horário fixos, uma entre São Paulo e Sorocaba, e outra conectando a região do ABC a Sorocaba. Para utilizar, o colaborador precisa fazer um agendamento, escolhendo o ponto de embarque mais próximo de sua residência. O acompanhamento do trajeto e da projeção de horários pode ser monitorado pelo aplicativo

Mercado em expansão Segundo a montadora, a solução foi necessária com a mudança da sede administrativa de São Bernardo do Campo para Sorocaba, no último trimestre de 2021. “Quando retornamos com as atividades administrativas de forma presencial, adotamos o modelo híbrido, e os dias de locomoção até a planta passaram a ser alternados

RIO – Após anunciar o fim das entregas de refeições no Brasil, a Uber estreia em um novo segmento do mercado de transportes: o de fretamento de ônibus. Por meio do Uber Shuttle para Empresas, oferece agora deslocamento de funcionários nos trajetos de ida e volta ao trabalho, em veículos que acomodam de dez a 50 pessoas. O primeiro acordo firmado foi com a montadora Toyota, para o transporte de funcionários entre São Paulo e Sorocaba, onde fica uma de suas fábricas.

Hernan Porras Molina

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A operação funciona de forma similar à de carros. Porém, em vez de autônomos parceiros, são as empresas de transporte interessadas na prestação do serviço que se inscrevem na plataforma da Uber.

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O tipo de ônibus depende da necessidade de quem contrata o produto, e há tanto a possibilidade de customização de rotas únicas com horários predefinidos quanto a opção do serviço compartilhado entre um grupo de empresas com necessidades similares. Para ter acesso ao serviço, as companhias precisam estar cadastradas na Uber para Empresas e contratar a ferramenta Shuttle.

Imagens mostram como vão operar os ‘carros elétricos’ que podem tomar os céus do Brasil a partir de 2025 O eVTOL demandará uma infraestrutura bem mais simples que a necessária para os aviões nos aeroportos. A decolagem é vertical, como helicópteros e drones, dispensando longas pistas. Com a vantagem de o motor elétrico ser bem mais silencioso que o dos helicópteros, que ganharão forte concorrente Foto: Divulgação / Reprodução Simulação de voo do modelo de eVTOL da alemã Lilium, que a Azul quer trazer ao Brasil a partir de 2025 para trajetos curtos, como Rio-Búzios ou São Paulo-Guarujá Foto: Reprodução / Divulgação Azul firmou parceria com a alemã Lilium para trazer ao país 220 carros voadores a partir de 2025. Os modelos elétricos têm autonomia de 200 quilômetros entre uma recarga e outra Foto: Divulgação A start-up alemã Lilium desenvolve o carro elétrico que a Azul quer trazer para o país: fabricante tem um dos cerca de 140 projetos do gênero em desenvolvimento no mundo Foto: Reprodução / Divulgação A Azul avalia que esse tipo de aeronave elétrica terá um custo baixo para os passageiros, ampliando o acesso a voos curtos a quem hoje não pode pagar por uma viagem de helicóptero Foto: Divulgação Pular PUBLICIDADE O interior do Lilium parece confortável e parece uma mistura de avião com automóvel: cabem seis passageiros e um piloto. E há ainda um compartimento para bagagens a bordo Foto: Reprodução / Divulgação Azul aposta nesse tipo de veículo voador para abrir um novo nicho de mercado. O desafio será certificar o novo modal e garantir a segurança dos passageiros. Foto: Divulgação Simulação de embarque no Lilium, veículo voador elétrico que tem capacidade para seis passageiros e um piloto. Decolagem é vertical, como os helicópteros. Azul quer operá-los no Brasil a partir de 2025 para voos curtos, como entre São Paulo e Guarujá ou Rio e Paraty. Foto: Reprodução/Divulgação Carro voador da Lilium tem autonomia de 200 quilômetros, a maior entre os concorrentes. Será ideal para substituir viagens de carro de curta distância. Um carioca poderá chegar a Búzios em minutos, por exemplo, para um fim de semana no balneário. Nada mal sobrevoar os engarrafamentos enquanto os motoristas padecem lá embaixo. Foto: Divulgação / Reprodução Ainda em fase de testes, o eVTOL da Lilium tem um desafio para a frente: a certificação para poder voar comercialmente. Por isso a aliança com uma companhia aérea como a Azul faz sentido agora: a experiência de quem já sabe certificar aviões pode ajudar a enfrentar uma regulação num modal de transporte totalmente novo Foto: Divulgação/Reprodução No caso da Toyota, há duas linhas exclusivas disponíveis, com trajeto e horário fixos, uma entre São Paulo e Sorocaba, e outra conectando a região do ABC a Sorocaba. Para utilizar, o colaborador precisa fazer um agendamento, escolhendo o ponto de embarque mais próximo de sua residência. O acompanhamento do trajeto e da projeção de horários pode ser monitorado pelo aplicativo

Mercado em expansão Segundo a montadora, a solução foi necessária com a mudança da sede administrativa de São Bernardo do Campo para Sorocaba, no último trimestre de 2021. “Quando retornamos com as atividades administrativas de forma presencial, adotamos o modelo híbrido, e os dias de locomoção até a planta passaram a ser alternados.

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Logo, a possibilidade de agendar o dia de utilização do serviço passou a ser vantajoso. Além disso, ele oferece mais comodidade aos colaboradores”, afirmou a empresa em nota

A diretora da Uber para Empresas na América Latina, Tavane Gurdos, também vê um significativo potencial de crescimento no setor de viagens corporativas este ano:

Esperamos crescimento em linha com o que já tínhamos observado em 2021, quando vimos um grande aumento na venda de vouchers e gift cards, e no transporte de funcionários no trajeto casa-trabalho

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Fazendo o transporte de funcionários com fretamento de ônibus e micro-ônibus há algumas décadas, a JSL viu, desde o início da pandemia, crescimento dessa modalidade de serviço, com a necessidade de manter o distanciamento entre os passageiros. Para 2022, mantém expectativa positiva

Com o retorno ao modelo de trabalho presencial e a adoção do sistema híbrido pelas organizações, a sócia da consultoria MB Associados Tereza Fernandez prevê que o fretamento empresarial seja impulsionado:

— Na pandemia, vimos muitas pessoas saindo das capitais, indo para o litoral, regiões serranas, cidades em um raio de cem quilômetros de onde trabalham. Essa turma não vai voltar e vai precisar usar esse tipo de transporte

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Ela diz que, no caso das empresas, é mais vantajoso financeiramente oferecer o serviço de fretamento, dependendo da quantidade de empregados, do que dar vale-transporte. Tereza afirma que o mercado desse tipo de serviço vem mudando nos últimos anos e não se limita ao transporte de funcionários:

— É um mercado que sofreu muito com a pandemia, mas agora tem múltiplas possibilidades, indo do fretamento para excursões até o deslocamento interestadual, por meio de empresas como Buser e Clickbus. Com a queda de casos de Covid, a demanda tende a aumentar

PUBLICIDADE Novos serviços A Buser, que tem o fretamento colaborativo como seu principal foco, passou a diversificar o negócio, apostando em outras frentes: o Buser Encomendas, de transporte de cargas, e o Buser Passagens, marketplace de passagens de ônibus em parceria com empresas que atuam em rodoviária.

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Segundo a companhia, o objetivo é consolidar esses novos serviços. Porém, a start-up confirma que “tanto o fretamento corporativo quanto o transporte urbano” estão em seu radar. Já a Clickbus ainda não tem uma operação focada em transporte empresarial, nem faz gestão de frota