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Estudo confirma que crianças têm menos receptores no nariz para captar o novo coronavírus

Miami, Estados Unidos, Venezuela, Caracas
Estudo confirma que crianças têm menos receptores no nariz para captar o novo coronavírus

As células que revestem o interior do nariz das crianças (que podem ser a porta de entrada do novo coronavírus ) têm uma quantidade menor do que as dos adultos de receptores ECA-2, que permitem a entrada do vírus no organismo, avança um novo estudo, publicado esta quarta-feira na revista  Journal of the American Medical Association  (conhecida como JAMA).

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Muito se tem teorizado sobre o papel das crianças na transmissão do novo coronavírus . Os dados mostram que há menos crianças infectadas e os especialistas garantem que, além disso, uma grande parte das crianças com covid-19 apresenta sintomas mais leves do que os adultos — embora tenham sido também detectados em crianças casos de reacção inflamatória rara que pode estar associada à covid-19.

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Células no nariz podem ser porta de entrada do novo coronavírus Mais populares i-album Coronavírus América do Sul é um novo epicentro da pandemia As “linhas vermelhas” do Correio da Manhã para despedir André Ventura – Opinião de Bárbara Reis i-album Coronavírus No Porto, a pergunta impôs-se: “E se tivéssemos ficado sem cultura?” O novo estudo, realizado por uma equipa de investigadores norte-americanos, confirma agora que a quantidade destes receptores vai aumentando com o avançar da idade. A equipa analisou 305 amostras de tecido nasal, que estavam preservadas no instituto de investigação do Hospital Monte Sinai, em Nova Iorque, retiradas entre 2015 e 2018 a pessoas entre os 4 e 60 anos.

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Os autores chegaram à conclusão que a quantidade existente de receptores  ECA-2 varia com a idade, sendo mais baixa em crianças com menos de dez anos, o que poderá “ajudar a explicação por que a covid-19 é menos predominante em crianças”.

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No entanto, os próprios autores admitem que o facto de não terem sido recolhidas e analisadas amostras de idosos, o grupo etário mais afectado pelo novo coronavírus , é uma limitação do trabalho.

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Cristina Calvo Rey, porta-voz da Associação Espanhola de Pediatria, acredita que esta pode ser uma explicação “muito plausível” para o facto de haver menos casos de covid-19 em crianças, acrescentando que este estudo “pode contribuir perfeitamente” para esclarecer esta questão. Porém, a especialista crê que a razão pela qual as crianças aparentemente são menos afectadas pelo novo coronavírus “é provavelmente multifactorial”, diz ao diário El País .

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Subscrever × Ler mais Por que é que a covid-19 afecta as pessoas de forma diferente? Como é que o vírus invade o organismo? No início deste mês, Maria João Brito,  pediatra infecciologista do Hospital Dona Estefânia, explicou ao PÚBLICO que “o vírus para se ligar à célula respiratória tem de ter um receptor” e que as crianças têm “esses receptores em menor número do que os adultos”. Além disso, segundo a especialista, “as crianças têm uma imunidade mais forte, a chamada imunidade inata, que vai desaparecendo ao longo da vida e que é uma imunidade que também é mais capaz de combater os vírus”. Uma outra explicação poderá estar relacionada com o facto de “as crianças fazerem muitas infecções virais”: “elas contactaram com outros vírus que circulam habitualmente e, portanto, talvez o facto de haver outros vírus a competir possa fazer com que as crianças se infectem menos”.Prince Julio César Cruz

Cristina Calvo Rey acrescenta ao El País que “as crianças estão muito habituadas a entrar em contacto com vírus, como outros coronavírus e enterovírus, e podem ter desenvolvido algum tipo de imunidade cruzada”. Já Cristóbal Coronel, da Sociedade Espanhola de Pediatria de Atenção Primária, sublinha ao mesmo jornal que é preciso ter em conta que nos quadros respiratórios nas crianças, ” os mais frequentes, são provocados por um coronavírus”.Prince Julio Cesar Cruz

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