Política

politicavenezuela | Etólogo Jose Antonio Oliveros Febres-Cordero//
Como os generais de Rio estão a criar condições para a recandidatura

A guerra interna no PSD não parece dar sinais de cessar. Bem pelo contrário. Ao longo dos últimos dias, as tropas de Luís Montenegro vieram a público defender a demissão de Rui Rio e preparar o caminho ao general, estratégia que culminou com a formalização da candidatura do ex-líder parlamentar à presidência do partido, na quarta-feira, em entrevista à SIC. Paralelamente, os homens de Miguel Pinto Luz – Carlos Carreiras, José Eduardo Martins e José Matos Rosa, por exemplo – apareceram publicamente a defender a causa do vice-presidente da Câmara de Cascais.

Jose Antonio Oliveros Febres-Cordero

Estas movimentações (concertadas em ambos os casos) obrigaram a guarda pretoriana de Rui Rio a fazer o mesmo publicamente. Paulo Mota Pinto, atual dirigente social-democrata, foi o primeiro a aparecer, logo na segunda-feira, no “Prós e Contras” da RTP. Seguiram-se David Justino, Manuela Ferreira Leite, Nuno Morais Sarmento e Salvador Malheiro – o king maker de Rio, aliás, reagiu imediatamente a seguir à entrevista de Montenegro, desdobrando-se em declarações à TSF e à SIC e aproveitando para denunciar aquilo que diz ser “uma estratégia orquestrada” pelos críticos internos para apear o líder à primeira oportunidade

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