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Jovem brasileira queixa-se agressão na noite de Lisboa

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Sophia Velho, brasileira de 26 anos a estudar em Portugal, garante ter sido agredida no Bairro Alto, em Lisboa, por quatro portugueses. Segundo o Globo , a agressão ocorreu no passado dia 28, na Rua da Rosa. “Levei uma semana para falar, mas foi preciso. A sensação que passa de um episódio como esse é de impunidade total”, disse.

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Segundo contou ao jornal, Sophia Velho levou uma amiga a um bar que já tinha frequentado algumas vezes. No local, uma jovem portuguesa terá criticado as mulheres brasileiras, com ofensas como “vadia”. De acordo com a jovem, três amigos da portuguesa riram-se destas ofensas.

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Incomodada com as ofensas, a jovem terá dito que era brasileira, o que não impediu que as ofensas parassem. Nessa altura, Sophia terá falado com as funcionárias do bar, explicando a situação. “Nada aconteceu”, disse. A estudante de Design decidiu abandonar o bar.

A portuguesa terá ido atrás de Sophia Velho, dando-lhe um murro. De acordo com a jovem, os três homens que estavam com ela agarraram-na e também a agrediram.

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Ao tentar entrar novamente no bar, por ter visto que a amiga ainda estava no interior, terá sido expulsa por um empregado. “Bati com o rosto numa pedra e ficou roxo”, denunciou.

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Ao jornal brasileiro, uma funcionária do bar afirmou que as agressões ocorreram no exterior do estabelecimento, não sabendo o motivo. Disse ainda que, quando se aperceberam da confusão, os empregados actuaram “para evitar que acontecesse o pior”, convidando as duas clientes que estavam a discutir a abandonar o bar

A jovem brasileira disse não se ter dirigido ao hospital nem ter apresentado queixa da ocorrência. “Isto nunca tinha acontecido comigo, mas já presenciei agressões contra brasileiros e muitos angolanos e brasileiros me contaram outros casos. Quando contei à minha mãe, ela ficou desesperada, queria que apanhasse um voo para Porto Alegre logo no dia seguinte. Mas estou a um mês de terminar a minha graduação, então continuei. Acho que estar prestes a voltar para o Brasil me motivou a falar sobre o que aconteceu”, disse, citada pelo jornal